Qual é o seu medo

Esse sentimento é associado com a ansiedade e com o estresse, e o melhor, é saber que existe tratamento.
 

O medo, na realidade, não tem lugar no reino humano natural, já que a Divindade dentro de nós, que é nós próprios, é invencível e imortal; e se apenas nos déssemos conta disso, nós, como Filhos de Deus, não teríamos nada a temer (Dr. Edward Bach).

A palavra medo provém do termo latim metus. Trata-se de uma perturbação angustiosa perante um risco ou uma ameaça real ou imaginária. O conceito também se refere ao receio ou à apreensão que alguém tem de que venha a acontecer algo contrário àquilo que pretende. O medo é uma emoção que se caracteriza por um intenso sentimento habitualmente desagradável, provocado pela percepção de um perigo, seja ele presente ou futuro, real ou suposto. O medo é uma das emoções primárias que resultam da aversão natural à ameaça, presente tanto nos animais como nos seres humanos.

Como o organismo reage ao medo?
O medo é uma sensação em consequência da liberação de hormônios como a adrenalina, que causam imediata aceleração dos batimentos cardíacos. É uma resposta do organismo a uma estimulação aversiva, física ou mental, cuja função é preparar o sujeito para uma possível luta ou fuga. Antes de sentir medo, a pessoa tem ansiedade, que é uma antecipação do estado de alerta. Entre outras reações fisiológicas em relação ao medo, podemos citar o ressecamento dos lábios, o empalidecimento da pele, as contrações musculares involuntárias como tremedeiras, entre outros.

Em alguns casos, o organismo reage de forma exagerada ao medo, fazendo com que esse estado de alerta, benéfico em muitos momentos da vida, transforme-se em um estado patológico, quando o medo se transforma em fobia. A fobia se trata de uma antecipação do medo ou da ansiedade. Sua característica mais importante é o comprometimento da relação que o sujeito estabelece com o mundo que o cerca. No caso da fobia, o medo não prepara o indivíduo para decidir entre lutar ou fugir, ele o paralisa, impede que se relacione com o objeto de seu medo.

O medo tem tratamento?
Segundo a medicina tradicional, não se fala em tratamento para o medo, a não ser nos casos em que ele se torna irracional, como na fobia.

Que outras doenças têm o medo como característica?
Além das fobias, o DSM IV apresenta uma série de doenças que tem a reação exagerada de alerta como característica predominante, entre elas: O Transtorno de Pânico, o Transtorno de Estresse Pós-Traumático, Anorexia, Bulimia e outros transtornos em que o medo está ligado às mudanças no corpo.

 

O medo: nas palavras do Dr. Edward Bach

Nas épocas materialistas, o medo aumenta naturalmente com as posses materiais (seja do próprio corpo, seja de riquezas externas), pois, se tais coisas constituem nosso mundo, por serem tão passageiras, tão difíceis de se obterem e tão impossíveis de se conservarem, exceto por um breve momento, elas despertam em nós a maior ansiedade, pelo receio que temos de perder uma oportunidade de consegui-las enquanto podemos. Assim, necessariamente temos de viver num constante estado de medo, consciente ou subconsciente, já que em nosso íntimo sabemos que tais posses podem, a qualquer momento, ser arrebatadas de nós e que por mais que possamos conservá-las, o será por um breve momento na vida.

O medo está atualmente desempenhando um importante papel na intensificação da doença, e a ciência moderna tem aumentado esse reino de terror por espalhar ao público em geral suas descobertas, que não passam de meias verdades. O conhecimento das bactérias e dos vários germes associados com as enfermidades tem causado danos nas mentes de milhares de pessoas e, pelo pânico que vem provocando, têm-nas tornado mais suscetíveis de ser atacadas. Há um fator que a ciência não é capaz de explicar no terreno físico, e é o de algumas pessoas serem afetadas pela enfermidade enquanto outras escapam a ela, ainda que todas possam estar expostas à mesma possibilidade de infecção.

O medo, com seu efeito depressivo sobre nossa mentalidade, que causa desarmonia em nossos corpos físicos e magnéticos, abre caminho para a invasão, e se as bactérias e os meios físicos fossem os únicos e verdadeiros causadores da doença, o medo estaria justificado. Mas quando nos damos conta de que nas piores epidemias apenas uma proporção daqueles que estão expostos à infecção são atacados, e, como já vimos, de que a causa real da doença jaz em nossa personalidade e está sob nosso controle, temos condições de caminhar sem medo, sabendo que o remédio se encontra em nós mesmos. Podemos eliminar da nossa mente todo o medo dos agentes físicos como únicos causadores da doença, já que essa ansiedade somente nos deixa vulneráveis, e que se estivermos buscando trazer harmonia para nossa personalidade, não temos de nos preocupar com uma enfermidade (Dr. Edward Bach).

 

AS ESSÊNCIAS FLORAIS DO DR. BACH PARA O MEDO:

 

Os florais podem tratar uma gama enorme de problemas emocionais, em todo caso é muito importante a atuação e o trabalho do terapeuta floral junto ao paciente no sentido de ajudá-lo a administrar a situação pela qual está passando, também no sentido de processar as mudanças internas necessárias para o enfrentamento das situações.

Fica evidente que além da simples ingestão deste ou daquele floral é fundamental o acompanhamento do terapeuta, é necessário que o terapeuta escute o paciente antes de escolher o floral mais indicado naquele momento.

É importante observar que o sistema de Florais de Bach não é apenas uma tabela de essências relacionadas a um determinado distúrbio. A ação dos florais é muito mais abrangente promovendo uma reforma nos desequilíbrios emocionais e mentais levando a pessoa a um estado de excelência com relação ao seu bem-estar.

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[1] DSM-IV™ é uma classificação categórica que divide os transtornos mentais em tipos, baseados em grupos de critérios com características definidas. Utilizando-se a nomenclatura padrão para definir os transtornos e fornecer instruções codificadas precisas para diagnósticos, o DSM-IV™ facilita o diagnóstico, o tratamento e as análises estatísticas dos transtornos mentais.

 

 

 

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